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UE vê progresso por paz na Ucrânia; pressão sobre Moscou aumenta

UE vê progresso por paz na Ucrânia; pressão sobre Moscou aumenta

UM Comissão Europeia voltou a reforçar nesta segunda-feira (24), a necessidade de avanços nas negociações de paz para a Ucrânia. A porta-voz-chefe Paula Pinho afirmou que ainda há “muito trabalho” a ser feito antes de um acordo final, embora as conversas recentes tenham “produzido progresso construtivo”. Segundo ela, hoje, haverá uma nova reunião da Coalizão dos Dispostos, grupo de países que busca sustentar Kiev e ampliar a pressão sobre Moscou.

Paula enfatizou que “é fundamental que o agressor, a Rússia, pague pela destruição que vem causando” e destacou a urgência em torno do empréstimo de reparações: “o trabalho continua do nosso lado, e isso está se tornando mais urgente”.

O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot, afirmou no X que as discussões em Genebra com os EUA foram “construtivas e úteis”acrescentando que o objetivo é criar condições para uma paz que “respeite a soberania da Ucrânia”.

Segundo a BBC, o governo alemão vê “muito positivamente” o avanço das conversasenquanto o premiê britânico, Keir Starmer, também acolheu o progresso, apesar de “algumas questões pendentes” a serem tratadas nas próximas semanas.

No Telegram, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, relatou ampla coordenação com parceiros europeus. Ele disse que a Ucrânia está atuando “da maneira mais construtiva possível” e que cada passo deve ser “cuidadosamente ponderado” para garantir uma paz duradoura com garantias de segurança.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a Rússia ainda não recebeu informações oficiais das negociações em Genebra sobre a paz na Ucrânia, mas que tem monitorado de perto as notícias divulgadas pela mídia sobre o assunto. “O presidente russo Vladimir Putin disse publicamente que o plano proposto pelos EUA pode formar a base para um acordo”, afirmou. O representante questionou, contudo, se o Kremlin deve assinar algo com Kiev “considerando que as atuais autoridades ucranianas são ilegítimas”.



Fonte ==> Folha SP

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