
A tirania do imediato
Existe uma assimetria fundamental entre o presente e o futuro. O presente ocupa espaço. Interrompe. Pressiona. Exige resposta. O futuro não. Ele depende de imaginação, leitura e capacidade de antecipação. Por isso, relevância e proximidade acabam frequentemente confundidas. Aquilo que está diante de nós parece maior apenas porque está diante de nós. Nas organizações, essa distorção é constante. Questões estruturais








