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Black Friday perde força na sexta-feira e cresce 11% | Empresas

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Como vendas da Black Friday na sexta-feira (28), principal data do evento, cresceram 11,2%, para R$ 4,76 bilhões. A taxa ainda é inferior ao registrado na quinta-feira (27), quando a alta vinha em 34% frente a 2024, e também ao desempenho da manhã de sexta-feira, período de expansão de 24,5% frente ao mesmo intervalo do ano passado.

Esse avanço de pouco mais de 11% não desconta a inflação do período o que indica que em volume, a alta ficou em um dígito.

Apesar disso, o índice ficou acima do ano passado, quando a alta em faturamento foi de 10%, e ainda ficou dentro das projeções das associações e empresas de dados que estimavam alta nominal de 7% a 17,7%, a depender da fonte da pesquisa.

Os dados foram coletados pela “Plataforma Hora Hora” da Confi Neotrust, empresa que monitora dados do comércio eletrônico em lojas parceiras.

O levantamento leva em consideração o acumulado das vendas realizadas de 0h até as 23h59 do dia 28 de novembro e compara com os números de 29 de novembro de 2024, dia da Black Friday do ano passado.

O desempenho deste ano supera em R$ 0,5 bilhão o faturamento de 2024, que foi de R$ 4,27 bilhões, e representa um avanço de 20% em relação a 2023 e de 11,6% frente a 2022.

Ainda assim, o resultado permanece dentro da média recente e não ultrapassa o desempenho de 2020, quando o crescimento chegou a 31%.

As três categorias mais vendidas foram TVs (R$ 443,2 milhões), smartphones (R$ 388 milhões), e geladeiras/refrigeradores (R$ 273,2 milhões). Outro destaque, segundo o levantamento, foram os produtos para casa. A soma das vendas de geladeiras, máquinas de lavar e ar condicionado ultrapassou a marca de R$ 0,5 bilhão.

O número de pedidos finalizados na data foi 28% superior, com 8,69 milhões de pedidos finalizados contra 6,74 milhões no ano passado. O tíquete médio caiu 12,8%, registrando R$ 553,60 contra R$ 634,40 na Black Friday de 2024.

Isso mostra que o cliente comprou um pouco mais de mais volume, porém buscou gastar menos por compra concluída.

O varejo físico, responsável por 85% das vendas do comércio brasileiro, não tem pesquisas publicadas, o que impede comparações.



Fonte ==> Exame

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