Search
Close this search box.
Search
Close this search box.

Categoria: Colunas e Blogs

Uma mulher está em um palco, segurando um microfone com a mão direita e um caderno ou livro com a mão esquerda. Ela está sorrindo e acenando com a mão, vestindo uma camisa azul com detalhes. O fundo é de cor rosa, sugerindo um ambiente de evento ou apresentação.

Movimento de Michelle tem cara de protótipo de partido – 17/07/2026 – Angela Alonso

A Mulher-Maravilha enfrenta um exército masculino com sua “metralhadora de mentiras”. Esta adaptação abrasileirada estreou o perfil Imparáveis no Instagram, que Michelle Bolsonaro amadrinhou. Um “MB” rosa serve de logo. Foi resposta aos golpes chovinistas sofridos. A mulherada da esquerda se solidarizou, puxada por Marina Silva. Janja se perfilou. Fez bem e depois foi mal. Arrogou-se primeira-dama pioneira no ato

'Donatello': peça usa sorvete para falar de Alzheimer - 16/07/2026 - Mise-en-scène

‘Donatello’: peça usa sorvete para falar de Alzheimer – 16/07/2026 – Mise-en-scène

Há um instante raro no teatro em que a encenação consegue transpor a barreira da ficção e tocar diretamente a experiência coletiva da plateia. É nesse limiar que se estabelece “Donatello”, monólogo musical estrelado e escrito por Vitor Rocha, com direção de Victoria Ariante. O espetáculo propõe uma reflexão sensível e corajosa sobre o Alzheimer, ancorada em um recurso narrativo

Nova geração de herdeiros investe em causas sociais - 15/07/2026 - Papo de Responsa

Nova geração de herdeiros investe em causas sociais – 15/07/2026 – Papo de Responsa

O que muda na gestão do patrimônio quando o volume de recursos deixa de ser a principal restrição? Essa é uma pergunta cada vez mais relevante em um contexto de grande transferência de riqueza entre gerações —segundo o UBS, banco suíço de investimentos e gestão de patrimônio, haverá uma transferência de US$ 9 trilhões (R$ R$ 46,08 trilhões) e de

Édipo vira tecnocrata em peça no Masp; entenda - 14/07/2026 - Mise-en-scène

Édipo vira tecnocrata em peça no Masp; entenda – 14/07/2026 – Mise-en-scène

Um relógio digital em contagem regressiva domina a cena. São 110 minutos cravados, em tempo real, para que um tecnocrata veja o castelo de cartas de sua reputação desmoronar. É sob esse ritmo de thriller que se constrói o “Édipo” em cartaz no Auditório do Masp. Dirigido por Clara Carvalho a partir da transposição de Robert Icke, o espetáculo transforma

Multidão caminha por rua estreita com barracas de comércio nas laterais e placas comerciais, incluindo uma do KFC. Prédios altos cercam a área em dia claro.

Preguiça dos ricos raramente produz pobreza? – 13/07/2026 – Michael França

A pobreza tem muitos inimigos e a preguiça costuma ser o mais conveniente deles. Segundo o Datafolha, a parcela de brasileiros que associa a pobreza à “preguiça de pessoas que não querem trabalhar” saiu de 22% em 2022 para 40% em 2026. No mesmo período, caiu de 76% para 58% a fatia dos que apontam a falta de oportunidades iguais

Disco de vinil do álbum

Ruy Castro: Muitos times para um coração – 11/07/2026 – Ruy Castro

Uma das qualidades da IA é que, ao lhe fazer uma pergunta, você terá direito a uma resposta múltipla. Só depende da maneira como formulou a dita pergunta. Outro dia, em meio a uma pesquisa sobre comediantes brasileiros do passado, perguntei à IA qual era o time de coração do genial Zé Trindade. Para quem não se lembra, Zé Trindade

A imagem mostra uma cena de tribunal, onde uma mulher com um vestido claro e um chapéu está em pé, levantando um documento. À sua frente, um homem de óculos está sentado, enquanto outro homem mais velho, com cabelo grisalho, observa a cena. O ambiente é formal, com mesas e documentos visíveis, e há várias pessoas sentadas ao fundo, assistindo ao que acontece.

Mulheres que me ensinaram a votar – 08/07/2026 – Ruy Castro

O blogueiro bolsonarista Paulo Figueiredo, condenado no Brasil por fraude financeira e foragido nos EUA, não saiu a seu avô, João Baptista de Figueiredo, o último feitor da ditadura (1979-85). A seu jeito cavalar, o velho Fig gostava das mulheres —até nomeou uma ministra. Já, para Paulo Figueiredo, elas não servem nem para votar. “Mulher vota mal pra c…”, declarou.