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Categoria: Opinião

Glaidemir

A Justiça de Olhos Abertos: Por que a Sociedade Precisa Sentar no Banco dos Réus e dos Juízes

A imagem tradicional da Justiça é representada por uma mulher de olhos vendados, segurando uma balança. A venda simboliza a imparcialidade, mas, no cotidiano das nossas cidades, ela muitas vezes se traduz em um distanciamento preocupante. A população assiste às decisões judiciais como meros espectadores de um teatro incompreensível, encenado em um idioma técnico e distante da realidade das ruas.

Myrinha Vasconcellos em ambiente corporativo, cercada por conexões visuais que representam relações humanas, comportamento e dinâmicas relacionais.

Estamos fazendo a pergunta certa?

Compreender o WOLLYING pode exigir um olhar além de sua manifestação: investigar as relações, os ambientes e os processos que antecedem o fenômeno.

Wollying: a urgência do reconhecimento jurídico da violência relacional entre mulheres

A sociedade avançou significativamente no reconhecimento das violências física, moral, patrimonial, sexual e psicológica. Contudo, permanece amplamente negligenciada uma forma de violência silenciosa, sofisticada e emocionalmente devastadora que ainda transita à margem do debate jurídico, acadêmico e institucional: o Wollying. O termo define a violência relacional praticada entre mulheres, caracterizada por humilhação emocional reiterada, silenciamento, exclusão social, ataques reputacionais, perseguições

Dossiê Santa Cruz Cabrália (BA): Juíza sob sindicância e cartório de imóveis estão no centro de denúncias sobre bloqueios patrimoniais

Como o eixo Cartório-Judiciário levanta suspeitas sobre o direito de propriedade no Extremo Sul da Bahia e por que o sistema ainda enfrenta questionamentos Por Wesley Ferreira – Jornalista MTB: 0096620/SP O que pode lembrar o enredo de um filme de ficção sobre coronelismo moderno é, na prática, um caso real que levanta fortes questionamentos sobre a segurança jurídica em

Arte com bandeira de Israel ao fundo e Rav Sany discursando, com destaque para a frase “Um povo não pede permissão para existir” em celebração ao Yom Haátzmaut

Um povo não pede permissão para existir

Yom Haátzmaut: identidade, fé e propósito marcam os 78 anos da independência do Estado de Israel e reforçam a permanência de um povo que não pede permissão para existir

Munique Helena Busson

Munique Busson conta como a fé transformou sua forma de agir nas operações e deu novo sentido à rotina na corporação

No front mais sensível da segurança pública do Rio de Janeiro, onde decisões cabem em segundos e o risco é rotina, a trajetória da policial Munique Helena Busson passou a incorporar um elemento que não aparece nos relatórios operacionais: a fé. Entre incursões em áreas conflagradas e a exposição nas redes sociais, a militar encontrou na espiritualidade um eixo que