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CNPq destina R$ 25 mi para cooperação com África – 09/07/2026 – Ciência

Placa azul com logotipo branco do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) posicionada em área externa com árvores ao fundo e prédio alto de janelas visíveis.

O CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) recebe, até 31 de agosto, inscrições para a chamada PróÁfrica (Programa de Cooperação Afro-Brasileira em Ciência e Tecnologia) de 2026.

Para este edital, serão contemplados projetos de pesquisa que visem a colaboração entre pesquisadores brasileiros com instituições de pesquisa africanas e pesquisadores africanos que estejam no país.

Podem participar equipes de pesquisa coordenadas por pesquisadores com doutorado e vínculo com a instituição de execução do projeto, que deve também estar cadastrada no diretório nacional de instituições do órgão.

Com um total estimado de R$ 25 milhões, provenientes do FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o edital aceita propostas em cinco eixos: ambiental e sustentabilidade; alimentar e agricultura; energia e recursos naturais; saúde; e social e cultural.

Metade do valor total da chamada será destinada a pedidos de bolsas (R$ 12,5 milhões), e o restante (R$ 12,5 milhões) será destinado a itens de custeio, a ser liberado de acordo com a disponibilidade orçamentária do fundo.

O ProÁfrica, criado em 2004, visa apoiar projetos de pesquisa colaborativos que contribuam para o fortalecimento da cooperação científica, tecnológica e de inovação entre o Brasil e países africanos.

O valor máximo a ser concedido para cada projeto varia de acordo com a modalidade:

  • Redes Temáticas de Pesquisa Consolidadas tem como limite R$ 1 milhão por projeto; esta modalidade não pode exceder R$ 13 milhões no total;

  • Redes Temáticas de Pesquisas Emergentes aceita propostas de até R$ 400 mil, não excedendo R$ 6 milhões no total;

  • Projetos Bilaterais também oferece bolsas de até R$ 400 mil; o total destinado a essa modalidade é de R$ 6 milhões.

Para as bolsas, são consideradas cinco modalidades. Duas delas —desenvolvimento tecnológico industrial e desenvolvimento tecnológico e inovação no exterior júnior e sênior— são destinadas para pesquisadores brasileiros em países africanos. Já as outras três —especialista visitante, pós-doutorado júnior e pesquisador visitante especial— são destinadas para pesquisadores africanos no Brasil.

As propostas deverão ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por meio do formulário disponível na Plataforma Integrada Carlos Chagas.



Fonte ==> Folha SP – TEC

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