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GDF reduz número de imóveis para garantir empréstimo do BRB

Influenciador expõe contato de agência para cotação, com condições para participação em evento de defesa do BRB em relação ao caso Master.

O governo do Distrito Federal (GDF) atualizou o projeto de lei encaminhado à Câmara Legislativa do DF (CLDF) referente ao plano de socorro financeiro ao Banco de Brasília (BRB). Agora, em vez de 12 imóveis, a administração de Ibaneis Rocha propõe usar nove como lastro para um empréstimo que soma R$ 6,6 bilhões.

Entre os ativos que o GDF retirou da lista, foram excluídas áreas como a do Parque do Guará, cuja inclusão anterior foi alvo de críticas por se tratar de uma área de proteção ambiental. Por exigência do Banco Central (BC), o BRB precisa colocar R$ 3 bilhões em caixa até o balanço do próximo mês. Caso a proposta seja aprovada pelos deputados distritais, os bens serão utilizados para captar recursos e reforçar o caixa da instituição.

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Prejuízos

Embora o governador Ibaneis Rocha (MDB) possua maioria na CLDF, o presidente do Legislativo, Wellington Luiz (MDB), afirmou ao Estadão que o projeto não terá uma tramitação simples. Apesar disso, ele sinalizou uma disposição favorável dos parlamentares em relação à recuperação do banco.

Em setembro do ano passado, o BRB tentou adquirir parte de uma operação que envolveria papéis sem lastro. A transação gerou investigações sobre fraudes financeiras e resultou na Operação Compliance Zero.

O prejuízo decorrente do envolvimento com o Banco Master pode chegar a R$ 5 bilhões, segundo previsão do diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton Aquino. A autarquia exige que o BRB aumente seu patrimônio líquido após a descoberta de irregularidades estimadas em R$ 12 bilhões na aquisição de “títulos podres” da referida instituição financeira.



Fonte ==> UOL

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