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Executiva usa dança como ferramenta para fortalecer liderança feminina em empresas

Executiva usa dança como ferramenta para fortalecer liderança feminina em empresas

Formada em publicidade, Patricia Antunes trabalhou por quase três décadas em marketing e comunicação, ocupando por 12 anos cargos de liderança. Paralelamente, ela estuda e pratica dança há mais de 20 anos. A partir dessa combinação, Patrícia teve a ideia de criar um projeto que propõe usar o movimento corporal para ajudar mulheres a desenvolverem autoconhecimento, empatia e habilidades essenciais para liderar.

O conceito do programa “A Dança e Liderança Feminina” é a ideia que a dança, praticada em grupo, ajuda a ampliar a flexibilidade emocional e cognitiva, competências cada vez mais importantes em ambientes corporativos complexos.

(Divulgação)

Para Patricia, a dança também fortalece os vínculos entre mulheres e ajuda a construir uma liderança mais humana, com presença, empatia e criatividade.

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“Ao longo da minha trajetória com a dança, percebi o quanto essa dinâmica fortalece os vínculos entre as mulheres e o quanto essa conexão é necessária dentro das corporações”, diz ela.

Além disso, a atividade contribui para a saúde mental, um tema que tem ganhado destaque nas empresas, já que transtornos como ansiedade e depressão afetam diretamente a produtividade e o engajamento.

(Divulgação)

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 15% da população adulta em idade laboral convive com algum transtorno mental, enquanto a depressão e a ansiedade geram perdas superiores a US$ 1 trilhão por ano em produtividade para a economia global.

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Estudos mostram que a dança pode reduzir sintomas de ansiedade e depressão, além de regular hormônios ligados ao estresse e estimular neurotransmissores relacionados ao prazer e à motivação.

No programa de Patricia, participantes relatam melhora no bem-estar após poucas horas de prática. Avaliações com participantes indicaram redução na autopercepção de ansiedade e irritabilidade, além de aumento da disposição para interações sociais e conexões interpessoais.

“Precisamos nos fortalecer nesse lugar de liderança, desenvolvendo competências e estados físicos, cognitivos e emocionais que sustentem uma atuação mais humana, com presença, empatia, resiliência e criatividade”, diz Patrícia.



Fonte ==> Exame

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